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O ultrassom mostra o bebê “fazendo“ uma bolha de ar. O que o médico diz para a mãe a deixa suando frio.

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A norte-americana Tammy Gonzales estava grávida de 17 semanas quando os médicos descobriram algo incomum. Durante um exame de ultrassom, eles se surpreenderam ao ver na imagem o feto “fazendo” uma bolha de ar com a boca. Porém, a bolota era, na verdade, um teratoma, um tipo raro de tumor.

Como a chance de aborto natural era muito alta, os médicos aconselham a família a interromper a gravidez e evitar um maior sofrimento. Mas eles também apresentam uma segunda opção: uma arriscada operação intra-uterina, que poderia retirar o câncer antes do bebê nascer. Esta cirurgia, entretanto, não tinha sido jamais realizada e ninguém sabia se daria certo.

Mas a mãe não tem dúvidas: ela está disposta a fazer qualquer coisa para dar a sua filha o direito de nascer. Duas semanas depois, os médicos realizam o procedimento. Durante a operação – na qual Tammy permanece o tempo todo inconsciente – os cirurgiões fazem um pequeno corte na barriga da grávida, inserindo por aí uma mini-câmera e retirando o tumor do feto com um laser. Cinco meses mais tarde, a menina Leyna nasce perfeitamente saudável!

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Tammy é eternamente grata a equipe médica que resolveu experimentar este novo procedimento, salvando assim a vida da sua filha. A pequena Leyna vem se desenvolvendo perfeitamente e, ao observá-la brincar, é difícil imaginar que a garotinha quase não veio ao mundo. “Ela está indo muito bem,” diz a mãe orgulhosa. “Tudo que restou deste pesadelo foi uma pequena cicatriz no céu da sua boca. Ela fala, ela bebe. Ela é minha menina-maravilha!”

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O final desta história não poderia ser mais feliz. Além de uma pequena cicatriz na boca, Leyna não tem nenhuma outra sequela ou deficiência deixada pelo câncer. Se você também se emocionou com a trajetória desta garotinha, compartilhe este artigo com todos os seus amigos!